Bem-vindo

A Braston é uma empresa fundada em 1982, cuja finalidade é a de facilitar e orientar o processo de gestão da empresa, assessorando com qualidade e responsabilidade, respeitando, sobretudo a individualidade de cada empresa.

Buscando sempre a excelência em prestação de serviços, transparência, imparcialidade e ética em todas as ações, mesmo que para isso seja necessária a diminuição da margem de contribuição de uma determinada operação.

Buscar ativamente a confiança dos nossos clientes, através do comprometimento na prestação de serviços, no emprego da tecnologia, na qualidade da informação e no atendimento daqueles que nos confiam sua empresa.

Contate-nos


  • Rua Prefeito Milton Improta, 288 Vila Maria CEP: 02119-020
  • São Paulo Fones: (11) 2207-2581 - (11) 2631-2737 Email: jrbrag@brastoncontabil.com.br

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Novo perfil do Facebook: criatividade rola solta nas páginas dos usuários





Usuários da rede já se aproveitam das novidades para criar versões bastante diferentes do novo perfil. Veja galeria com alguns exemplos

O novo perfil do Facebook permite que o usuário coloque duas fotos. Além da tradicional do perfil, também é possível adicionar uma maior com "algo que te represente", de acordo com Mark Zuckerberg.
Mas alguns usuários já encontraram usos mais criativos para essa duas fotos, e começam a brincar com essa possibilidade. Um usuário usou os dois espaços para se colocar dentro do jogo Duck Hunt, ou para fazer como se você fosse um gigante assustando a sua versão menor.

O vídeo abaixo, em inglês, ensina como preparar suas fotos para o novo perfil do Facebook. Você é criativo a ponto de desenvolver uma página com fotos como as da galeria abaixo, "garimpada" pelos sites BuzzFeed e TechEBlog?


Empresas usam cliente oculto para avaliar qualidade do atendimento

Funcionário disfarçado se passa por cliente comum para fazer avaliação.

Empresas usam método para corrigir falhas e melhorar os negócios.

Do PEGN TV

O cliente oculto é usado para avaliar a qualidade do atendimento em empresas. Um funcionário disfarçado se passa por um cliente comum, mas é o responsável pelo levantamento de informações detalhadas sobre produtos e serviços. E hoje, cada vez mais, essa ferramenta é usada para corrigir falhas e melhorar os negócios de uma empresa.

Ele é uma espécie de detetive das empresas, mas disfarçado de consumidor comum. Pode estar em qualquer lugar onde há atendimento ao público, sem dia ou hora marcados. Numa loja, ninguém imagina, mas qualquer pessoa pode ser um cliente oculto. Com olho clínico, ele observa tudo: atendimento, agilidade e gentileza do funcionário.

“Nosso trabalho é fazer uma observação criteriosa de tudo o que acontece no local, tanto em relação aos atendentes, quanto em relação à qualidade dos produtos oferecidos”, diz um cliente oculto.

No mundo dos negócios, o cliente oculto, ou misterioso, é contratado por uma empresa para avaliar a qualidade dos serviços. “Você faz um cliente oculto para saber se as vendedoras estão fazendo de fato os procedimentos que são importantes para a empresa ou também para reconhecer aqueles que estão cumprindo os processos de técnicas de venda”, afirma Lizia Prado, consultora de gestão.

O empresário José Worcman é formado em hotelaria. Em 2007, largou a profissão para montar uma empresa, especializada no serviço de cliente oculto. O crescimento do negócio é vertiginoso: 70% ao ano. “É uma importantíssima ferramenta de gestão. Hoje em dia, cada vez mais as empresas estão investindo no relacionamento com seu cliente e entendendo exatamente o que eles precisam pra poder retornar”, diz.

O empresário investiu R$ 1 milhão na empresa e montou um escritório. Ele desenvolveu toda a metodologia e um software de avaliação. Depois, selecionou mais de 6 mil profissionais em todo o país para prestar o serviço de cliente misterioso. “Cliente oculto são pessoas comuns dos mais diversos ramos de atividade, são advogados, médicos, donas de casa, estudantes que relatam de maneira bastante objetiva e minuciosa as suas experiências nos respectivos estabelecimentos”, afirma.

O serviço custa a partir de R$ 1 mil por quatro visitas por mês. Em geral, os contratos são longos e o monitoramento constante. A empresa tem 35 clientes fixos e faz 300 visitas secretas por mês.

Um luxuoso salão de beleza é cliente do empresário. Durante três anos, foram feitas seis visitas secretas por mês pelo cliente oculto. No caso, jovens mulheres, apreciadoras de ambientes requintados. Elas fazem as unhas e escova nos cabelos, sempre atentas a tudo.

No final do trabalho, as sugestões dos clientes misteriosos foram incorporadas pelo salão. Entre elas: treinamento rigoroso dos funcionários, criação de um novo sistema de agendamento e melhoria na qualidade geral do atendimento.

“Se você pensar que um trabalho bem feito evita que você perca três clientes por mês. Se você conseguir montar seus procedimentos, você já pagou o custo”, sugere Rosângela Barchetta, diretora-executiva do salão.

Visita
A reportagem acompanhou uma visita do cliente misterioso a uma hamburgueria. O cliente oculto tem o perfil dos consumidores da lanchonete. No caso: jovem, com bom poder aquisitivo e que faz questão de qualidade.

A hamburgueria é monitorada por clientes ocultos desde 2007. Por mês, as 14 lojas da rede são visitadas 36 vezes.

O cliente oculto se senta, avalia o ambiente, olha o cardápio, repara em tudo. Vai ao toalete, verifica as instalações, volta e faz o pedido. E marca o tempo de espera. Quando o hambúrguer chega à mesa, discretamente ele tira uma foto com o celular, para fazer uma avaliação visual do prato.

O cliente misterioso prova o sanduíche, olha para a câmera da reportagem e faz uma confidência. “Podia estar um pouco mais bem passado”, diz. A visita dura 40 minutos.

Graças a essas avaliações, a empresa já providenciou várias mudanças. A gerente de operações aprova o serviço. “É muito barato o custo que nós temos pelo benefício que pode gerar. Nós precisamos de uma ferramenta que nos ajude ouvir o cliente”, diz Valéria Duarte, gerente da hamburgueria.

Com as sugestões, a hamburgueria já trocou a luz da mesa, que estava muito forte. Colocou poltronas mais confortáveis e criou porções menores de fritas e milk shake.

Enquanto a lanchonete melhora o atendimento, a tarefa do cliente oculto continua. Ele faz um minucioso relatório sobre tudo o que viu, aprovou ou não gostou. “São abordados diversos detalhes que um cliente normal às vezes não estaria observando, mas a gente busca captar todos esses detalhes”, diz.

O trabalho reforça a imagem da empresa. E vira propaganda gratuita no boca a boca dos consumidores.

“Antigamente, não há muito tempo atrás, um cliente satisfeito falava pra três pessoas da sua boa experiência e um não satisfeito falava pra dez a 12. (...) Recentemente, tiveram vários casos no Brasil e nos Estados Unidos em que a imagem da empresa ficou bastante danificada com relação a más experiências de clientes que expuseram estas experiências através de mídias sociais”, afirma Worcman.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Brasil sobe em ranking de TI, mas escassez de talento impede avanços maiores

País ocupa, agora, a 39ª posição, mas a burocracia e falta de profissionais qualificados retardaram progresso maior




De acordo com a BBC, o Brasil avançou no ranking de TI, realizado pela Economist Intelligence Unit, o braço de pesquisa e análises da revista The Economist. O investimento em pesquisas e em infraestrutura ajudou o país a subir para a 39ª posição no índice, mas problemas com burocracia e escassez de profissionais de TI qualificados foram fortes empecilhos para que o país tivesse um desempenho melhor.

No ranking, que mede principalmente a competitividade no setor, o Brasil está imediatamente atrás da China e muito à frente de outros países da América Latina, com exceção do Chile, que é o líder regional. "O crescimento da pontuação brasileira na categoria 'pesquisa e desenvolvimento' foi o maior responsável tanto pela evolução na pontuação geral do Brasil, como em sua posição no ranking", disse à BBC Brasil o diretor da BSA no Brasil, Frank Caramuru.

Este quesito, que tem peso maior na pontuação, avalia investimentos públicos e privados, além do número de patentes e valor recebido por royalties em relação ao número de habitantes. Segundo o site, a nota brasileira saltou de 1,6 na primeira edição do estudo, em 2007, para 21,2 na edição deste ano.

Alguns itens da categoria "capital humano" também ajudaram a impulsionar a posição brasileira. O número de formandos nas áreas de ciências e engenharia aumentou, levando o país a ocupar o 8º lugar nessa classificação. No entanto, o Brasil permaneceu estagnado no que diz respeito à qualidade de habilidades tecnológicas, comprovando a escassez de profissionais de TI qualificados para atender a demanda.

Para Caramuru, já se pode falar em uma crise de talento no mercado brasileiro de TI. "A avaliação aponta para a necessidade de um aprimoramento do currículo dos cursos de ciências da computação, bem como de um estímulo a essa opção de carreira entre estudantes", disse. "Hoje estima-se que existam 90 mil vagas não preenchidas neste setor no Brasil, e uma projeção da FGV avalia que, em 2014, esse déficit pode chegar a 800 mil”, completou.

Progressos na "infraestrutura na tecnologia da informação" também trouxeram mais avanços para o cenário brasileiro. Entre os aspectos positivos está a ampliação da telefonia celular, cujo índice de penetração já ultrapassa os 100% (mais de 1 telefone por habitante, na média). Por outro lado, a burocracia no país atrasa a expansão da banda larga e dificulta a absorção de serviços de TI, além de frear a inovação e implantação de TI no Brasil. "Restrições para contratar e demitir são um empecilho especial para o setor de tecnologia e inovação, em que o mercado sofre mudanças constantes e no qual a agilidade de gestão é crucial para se manter a competitividade", comenta Caramuru.


Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O shopping Center Norte, na zona norte de São Paulo, foi multado em R$ 2 milhões nesta terça-feira pela prefeitura. Os técnicos da Secretaria do Verde

O shopping Center Norte, na zona norte de São Paulo, foi multado em R$ 2 milhões nesta terça-feira pela prefeitura. Os técnicos da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente também determinaram a suspensão das atividades do shopping, dos estacionamentos, e das lojas Carrefour e Lar Center, que funcionam no mesmo complexo.

Cetesb mantém multa diária ao shopping Center Norte
Center Norte é área de contaminação crítica, diz Cetesb
Cetesb aplica multa de R$ 17.450 ao Center Norte

O motivo da multa e da suspensão é o não atendimento às exigências feitas pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), que multou o estabelecimento na semana passada por não ter instalado um sistema de extração de gases.

O shopping --um dos maiores da cidade-- e as lojas têm 72 horas para suspender totalmente suas atividades. O fechamento é válido por tempo indeterminado, até que o estabelecimento comprove o cumprimento de todas as exigências ambientais.

Na inspeção desta terça-feira, o Center Norte também foi intimado a atender medidas previstas na legislação municipal: manter o piso de 30% da área dos estacionamentos permeável e que haja uma árvore para cada 40m² de estacionamento.

O estabelecimento, que tem 331 lojas e estacionamento com capacidade para 7.000 vagas, afirma em seu site ser "o shopping de São Paulo que apresenta o maior volume de vendas por m² entre todos os empreendimentos da cidade".

Procurada, a assessoria de imprensa do shopping disse que não tinha conhecimento da multa, mas que a administração iria se manifestar ainda hoje.

CONTAMINAÇÃO

O estabelecimento, construído em 1984 sobre um antigo lixão, sofre com a decomposição de material orgânico do subsolo, o que tem jogado gás metano, em níveis perigosos, para o interior de algumas lojas, segundo relatórios da Cetesb.

No último dia 16, a companhia colocou todo o terreno do Center Norte na sua lista de áreas contaminadas críticas e disse que havia risco de explosão.

A Cetesb também determinou multa diária de R$ 17.450 ao shopping, válida por um mês. A punição deve persistir enquanto o shopping não cumprir as medidas exigidas pelo órgão.

Segundo o Center Norte, um sistema para extração do gás opera há 40 dias e outros oito sistemas similares estão sendo instalados em pontos estratégicos.

Na sexta-feira (23), o shopping chegou a divulgar que, em visita ao estabelecimento, técnicos da Cetesb fizeram medição do metano "em locais estratégicos" e constataram que não havia presença do gás.

Mas a companhia desmentiu o estabelecimento e confirmou o risco de explosão caso o gás fique confinado em ambientes fechados.


Editoria de Arte/Folhapress

Aluguel mais que dobra na cidade de São Paulo, dependendo da região

SÃO PAULO - O valor do aluguel na cidade de São Paulo, dependendo da região, pode ficar até 129,75 % mais caro, segundo levantamento divulgado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) nesta quarta-feira (21), com dados referentes a agosto.

Este é o caso, por exemplo, dos imóveis de um dormitório. Para este tipo de moradia, a região Leste zona B, que contempla bairros como Brás, Itaquera e Vila Matilde, por exemplo, possui os menores valores de aluguel de imóveis em bom estado, de R$ 13,01 o metro quadrado.

Na região Sul zona A, que contempla bairros comoAclimação, Higienópolis, Itaim e Jardins, por outro lado, foram encontrados os maiores valores de locação para estes imóveis, de R$ 29,89 o metro quadrado.

Diferenças
Para se ter uma ideia, em agosto, quem quisesse alugar uma unidade de um dormitório, com 55 metros quadrados, por exemplo, desembolsaria cerca de R$ 715,55 na região Leste zona B e R$ 1.643,95 na região Sul zona A.

No caso dos imóveis de dois dormitórios (com 70 m2), a diferença nos preços atinge 111,37%. O menor valor verificado em agosto foi encontrado novamente na região Leste zona B, onde o valor médio do aluguel chegou a R$ 948,50. Já o maior valor, de R$ 2.004,80, também foi verificado na região Sul zona A.

No caso de um imóvel com três dormitórios (com 90 m2), também em bom estado e considerando os preços máximos, pode-se verificar uma diferença de 117,50% no valor do aluguel, sendo o menor de R$ 1.203,30 (zona Leste B) e o maior, de R$ 2.617,20 (zona Sul A).

Valor por região
Na tabela a seguir é possível verificar o preço máximo do aluguel de imóveis em bom estado de um, dois, três e quatro dormitórios na cidade de São Paulo. Os preços estão divididos por zonas e consideram tamanhos específicos de propriedades:

Preço do aluguel residencial na cidade de São Paulo
maio 2011
Região

Um Dormitório
(55 m²)

Dois Dormitórios
(70 m²)
Três Dormitórios
(90 m²)
Quatro Dormitórios
(130 m²)
CentroR$ 1.277,65R$ 1.626,10
R$ 1.971
-
Leste - Zona AR$ 922,90
R$ 1.313,20R$ 1.704,60
-
Leste - Zona BR$ 715,55
R$ 948,50
R$ 1.203,30
-
NorteR$ 978,45
R$ 1.219,40
R$ 1.532,70
-
Oeste - Zona AR$ 1.451,45
R$ 1.695,40
R$ 2.268,90
-
Oeste - Zona BR$ 958,10R$ 1.153,60
R$ 1.463,40
-
Sul - Zona AR$ 1.643,95
R$ 2.004,80
R$ 2.617,20
R$ 4.503,20
Sul - Zona BR$ 1.030,70
R$ 1.222,22R$ 1.480,50
-

Centro: Barra Funda, Bom Retiro, Cambuci, Centro, Liberdade, Pari, Santa Cecília
Zona Leste A: Alto da Mooca, Belém, Mooca, Tatuapé
Zona Leste B: Artur Alvim, Brás, Cangaíba, Ermelino Matarazzo, Itaim Paulista, Itaquera, Jardim Aricanduva, Penha, São Mateus, São Miguel Paulista, Sapopemba, Vila Carrão, Vila Formosa, Vila Matilde, Vila Prudente
Zona Norte: Brasilândia, Casa Verde, Freguesia do Ó, Limão, Mandaqui, Pq Edu Chaves, Santana, Tremembé, Tucuruvi, Vila Guilherme, Vila Mazzei, Vila Nova Cachoeirinha
Zona Oeste A: Alto da Lapa, Alto de Pinheiros, Lapa, Perdizes, Pinheiros, Pompéia, Sumaré, Vila Leopoldina, Vila Madalena
Zona Oeste B: Butantã, Jaguaré, Perus, Pirituba
Zona Sul A: Aclimação, Bosque da Saúde, Chácara Santo Antônio, Higienópolis, Itaim, Jardim da Saúde, Jardins, Moema, Morumbi, Paraíso, Real Parque, Saúde, Vila Mariana, Vila Olímpia
Zona Sul B: Campo Limpo, Cidade Ademar, Interlagos, Ipiranga, Moinho Velho, Pedreira, Sacomã, São João Clímaco, Vila das Mercês, Vila Gumercindo

Como ser um consumidor consciente em 10 passos

SÃO PAULO – Ser um consumidor consciente não significa simplesmente deixar de comprar. Mas, ao contrário, "é consumir diferente: tendo no consumo um instrumento de bem-estar e não um fim em si mesmo", explica o coordenador sênior de conteúdo do Instituto Akatu, Estanislau Maria.

E o conceito não para por aí. "O consumo consciente também é consumir solidariamente: buscando os impactos positivos do consumo para o bem-estar dasociedade e do meio ambiente. E ainda é consumir sustentavelmente: deixando um mundo melhor para as próximas gerações", completa.

Então, para que os consumidores possam continuar comprando, mas que façam isso da melhor forma possível, o Instituto Akatu separou 10 passos para alcançar um consumo consciente. Confira abaixo:

1 Planeje suas compras
A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Para não ser impulsivo, faça um planejamento antecipado e, com isso, compre menos e melhor, e ainda economize na boca do caixa.

2 Avalie os impactos do seu consumo
"Leve em consideração sua saúde, seu bolso, sua qualidade de vida, o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas", orienta Maria.

3 Reflita sobre os seus valores
Avalie constantemente os princípios que guiam as suas escolhas e os seus hábitos de consumo.

4 Consuma apenas o necessário
Reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos. "É possível manter sua qualidade de vida cortando o desperdício", salienta o coordenador do Akatu.

5 Reutilize produtos e embalagens
Não compre outra vez aquilo que você pode consertar, transformar e reutilizar. Sabe por quê? Maria lembra: "É mais barato para você e muito mais barato para o planeta".

6 Separe seu lixo
Ao reciclar o lixo, contribuímos para a economia de recursos naturias, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos. "E mais", acrescenta o coordenador do Akatu, "com isso, você diminui o lixo que vai para os aterros e evita que a prefeitura cobre mais impostos ou taxas para manter os depósitos".

7 Conheça e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas
Em suas escolhas de consumo, não olhe apenas o preço e a qualidade do produto. Valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente.

8 Contribua para a melhoria de produtos e serviços
"Adote uma postura ativa!", estimula Maria. Para isso, vale encaminhar às empresas sugestões e críticas sobre seus produtos e serviços. "A inovação de produtos e gestão pode gerar bens mais sustentáveis e cada vez mais baratos".

9 Cobre os políticos
Exija de candidatos, governantes e partidos propostas e ações que viabilizem e aprofundem a prática do consumo consciente.

10 Divulgue o consumo consciente
Seja um militante da causa: sensibilize outros consumidores e dissemine informações, valores e práticas do consumo consciente. Monte grupos para mobilizar familiares, amigos e pessoas mais próximas. "Quanto mais consumidores atentos, mais as empresas serão cuidadosas e todos ganham", finaliza.

Fonte: http://www.infomoney.com.br